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Google Now mostrará cards com informações de apps de terceiros (mais 4 notícias)

Google Now mostrará cards com informações de apps de terceiros (mais 4 notícias)

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Google Now mostrará cards com informações de apps de terceiros

Posted: 30 Jan 2015 02:20 PM PST

Os cards do Google Now surgiram em 2012 e, desde então, ganharam várias funcionalidades. Mas a mudança mais impactante está chegando agora: a ferramenta começará a mostrar informações oriundas de aplicativos de terceiros.

Estes cards são pequenos blocos de informação que o Google Now exibe em dispositivos móveis e, mais recentemente, no Chrome. O serviço tenta destacar informações que lhe possam ser úteis sem que você tenha que executar ações específicas.

Entre estes dados estão: previsão do tempo, cotação de moedas, notícias, lembretes de aniversário, confirmação de voos e atualizações sobre o trânsito.

Google Now com apps de terceiros

As informações exibidas nem sempre têm utilidade, mas em muitos casos ajudam bastante – na última vez em que eu estive em um hotel, um card me lembrou do horário de checkout.

Com a inclusão de serviços de terceiros, a diversidade de informações que o Google Now é capaz de antecipar ao usuário aumenta exponencialmente – até então, os cards se baseavam em dados obtidos de serviços do próprio Google, como Maps e Gmail.

Parcerias com mais de 30 empresas foram estabelecidas para expandir o Google Now, só para começar. Desta forma, um usuário nos Estados Unidos poderá encontrar cards com músicas do Pandora, exercícios do Duolingo, alertas do eBay, reservas do Airbnb, notificações do Lyft (serviço rival ao Uber) e por aí vai.

Os novos cards começam a aparecer hoje (30). O usuário verá apenas informações dos serviços que autorizar, vale destacar. Fora dos Estados Unidos, a novidade pode demorar um pouco mais para funcionar por causa da necessidade de acordos locais.

Google Now mostrará cards com informações de apps de terceiros








Vine ganha versão para crianças

Posted: 30 Jan 2015 12:09 PM PST

Se engana quem pensa que, ao passar a aceitar vídeos, o Twitter deixará o Vine de lado. Nesta sexta-feira (30), a companhia até surpreendeu ao fazer um lançamento inusitado: o Vine Kids, uma versão do aplicativo específica para crianças de até 5 anos.

Vine Kids

Assim como o original, o novo app suporta vídeos com até seis segundos de duração. As diferenças começam na interface, que recebeu cores chamativas e personagens animados. A usabilidade foi simplificada ao máximo para facilitar a manipulação do aplicativo pela criançada: basta deslizar o dedo sobre a tela para a esquerda ou direita para trocar de vídeo; toques isolados geram barulhos engraçados.

Talvez um app como este levante – novamente – questionamentos sobre a exposição do público infantil à tecnologia. Mas ao menos os desenvolvedores frisam que o Vine Kids foi todo trabalhado para exibir apenas conteúdo apropriado aos pequeninos.

Por sinal, a ideia do aplicativo surgiu de um dos funcionários da empresa que observou sua filha de dois anos se divertindo com o Vine – ele pensou que poderia haver uma versão do serviço apenas com conteúdo adequado a crianças pequenas. Pois aí está.

O Vine Kids é gratuito e foi lançado para iOS. Não há informação sobre disponibilização em outras plataformas.

Com informações: VentureBeat

Vine ganha versão para crianças








Jolla Tablet volta ao Indiegogo em versão com 64 GB

Posted: 30 Jan 2015 10:30 AM PST

Criada por antigos funcionários da Nokia, a finlandesa Jolla voltou ao Indiegogo, desta vez para anunciar uma versão com 64 GB para armazenamento de dados do tablet que leva o seu nome. A primeira fase da campanha, iniciada em novembro de 2014, promoveu um modelo com 32 GB e superou com folga a meta de arrecadação de US$ 380 mil.

Jolla Tablet

O principal atrativo do Jolla Tablet é o Sailfish OS 2.0, sistema operacional inspirado no MeeGo que chama atenção pela interface bem trabalhada e fortemente focada em gestos, além de estabilidade e compatibilidade com aplicativos do Android. Muito antes do tablet, a Jolla havia apresentando um smartphone baseado no Sailfish.

Nas demais especificações, o Jolla Tablet praticamente não muda: o modelo continua oferecendo tela IPS de 7,85 polegadas com resolução de 2048×1536 pixels (330 ppi), processador quad-core Atom de 1,8 GHz e 2 GB de RAM. Só a bateria foi alterada, passando de 4.300 mAh para 4.450 mAh de capacidade.

Há ainda câmera traseira de 5 megapixels, câmera frontal de 2 megapixels, Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.0, GPS e porta micro-USB.

O modelo também suporta cartão microSD, mas com até 32 GB. Esta pode ser sido uma das razões para o lançamento de um Jolla Tablet com 64 GB: cartões com mais capacidade exigem uma licença da Microsoft relacionada ao sistema de arquivos que a Jolla não possui.

No Indiegogo, o Jolla Tablet de 64 GB está custando US$ 249 mais US$ 20 de frete. A versão com 32 GB sai por US$ 219. São valores razoáveis. Pena que a entrega está limitada aos seguintes locais: Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, Hong Kong, Índia, Noruega, Rússia, Suíça e União Europeia.

Outros países podem ser incluídos nesta lista, mas só se houver grande demanda.

Com informações: The Verge

Jolla Tablet volta ao Indiegogo em versão com 64 GB








FCC passa a considerar banda larga apenas conexões de 25 Mb/s ou mais

Posted: 30 Jan 2015 08:38 AM PST

Depois de meses de estudos, a FCC (Comissão Federal de Comunicações), entidade dos Estados Unidos equivalente à Anatel, estabeleceu as velocidades mínimas que uma conexão à internet deve ter para ser considerada banda larga: 25 Mb/s (megabits por segundo) no download e 3 Mb/s no upload.

Os limites mínimos anteriores de download e upload eram de 4 Mb/s e 1 Mb/s, respectivamente. O salto para as novas taxas causa algum espanto, mas tem explicação: a FCC estima que apenas 13,1% dos lares norte-americanos não têm acesso a conexões com velocidades iguais ou superiores às estabelecidas (a Net Index calcula que, hoje, a velocidade média do país é de 32,57 Mb/s). Sem a alteração, este número fica em 6,3%.

De qualquer forma, o chairman da FCC Tom Wheeler entende que a mudança de definição ajudará a diminuir o percentual atual, ou seja, fará com que mais pessoas tenham conexões com 25 Mb/s ou mais. Os provedores de internet não são obrigados a oferecer planos acima deste limite, por outro lado, não poderão promover velocidades inferiores como banda larga.

A tendência, portanto, é que novos assinantes passem a exigir conexões com mais velocidade ou, nos casos de planos já existentes, revisão de contratos.

Os novos limites beneficiam consumidores e, seguramente, empresas que atuam na internet. Não estranhe, portanto, o fato de a Netflix ter sido uma das companhias que apoiaram a mudança – 25 Mb/s é mais do que suficiente para streaming em 4K, resolução que a empresa quer oferecer para o máximo possível de usuários.

fibra-optica

Também há a parte que ficou insatisfeita com esta história: provedores de internet, sem nenhuma surpresa. Nos Estados Unidos, há uma parcela de usuários que é atendida por planos DSL que, por causa de características técnicas, não alcançam o novo limite de download. A Verizon, que possui 9,2 milhões de clientes nesta modalidade, explica que, quando muito, suas assinaturas DSL chegam a 15 Mb/s.

Para escapar destas limitações não há outro caminho: investimentos em infraestrutura, principalmente no que diz respeito à expansão das redes de fibra óptica. É este ponto que incomoda as operadoras.

O cenário poderia ser pior para estas empresas: Jessica Rosenworcel, outra comissária da FCC, defende 100 Mb/s como limite mínimo de download. “Podemos fazer coisas audaciosas se estabelecermos objetivos grandes”, argumenta.

Convém ressaltar que a nova definição de banda larga da FCC vale apenas nos Estados Unidos. Organizações de todo o mundo trabalham com parâmetros diferentes. A Akamai, por exemplo, que anualmente elabora um relatório sobre o estado da internet, define como banda larga conexões com 4 Mb/s ou mais.

No Brasil, a Anatel não definiu limites até hoje, mas dá para supor que a referência (não oficial) é de 1 Mb/s – esta é a velocidade mínima estabelecida para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Com informações: The Verge

FCC passa a considerar banda larga apenas conexões de 25 Mb/s ou mais








Boomerang Chang: difícil, rápido e viciante

Posted: 30 Jan 2015 06:22 AM PST

Sabe aqueles jogos incrivelmente difíceis, rápidos e completamente viciantes? Sim, tipo Flappy Bird. Nestes games você demora 15 segundos para completar uma partida, chega perto de bater seu próprio recorde, mas acaba começando um novo jogo. Daí repete isso o dia todo e, quando vê, já jogou 17 horas e fez apenas 8 pontos. Boomerang Chang é um destes casos. Espero que você esteja pronto para o desafio.

Vou te ensinar a jogar para que você possa ignorar todo o resto do post e gastar cada segundo de seu tempo tentando quebrar recordes: seta pra cima pula; seta pra direita joga um bumerangue. Vai lá, campeão, quebra eles!

Se você jogou antes de continuar a ler, já percebeu que o negócio é complicadíssimo.

Todo bumerangue que você atira fica dando voltas até acertar alguma coisa – inclusive você. Os bumerangues só vão para a direita, então é preciso calcular o caminho de volta para atingir os inimigos que vêm da esquerda. Há oponentes que sobem em sua torre. É quase impossível saltar sobre os inimigos voadores. Para piorar, atirar muitos bumerangues faz da sua vida um inferno. É tudo difícil, é tudo complicado. Mas é isso que torna as coisas cada vez mais interessantes.

Na minha primeira jogada fiz exatos 2 pontos. Foi trágico, triste. Na segunda, fiz 1. A decepção comigo mesmo foi quase insuportável. Mas então eu fiz 4 pontos. Em seguida, 12. Havia dominado o jogo. A vitória era minha. Na próxima partida, me superaria, faria 20 pontos. Talvez 30.

Fiz 0. Morri antes de matar o primeiro inimigo, atingido pelo meu próprio bumerangue. A vida é uma droga, a vida é injusta. Mas desistir não é uma opção. Vou chegar nos 20 pontos. Tenho que conseguir.

Boomerang Chang também está disponível para Android.

Boomerang Chang: difícil, rápido e viciante








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