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Apple quer que todos os apps para iOS tenham suporte a 64 bits a partir de fevereiro (mais 6 notícias)

Apple quer que todos os apps para iOS tenham suporte a 64 bits a partir de fevereiro (mais 6 notícias)

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Apple quer que todos os apps para iOS tenham suporte a 64 bits a partir de fevereiro

Posted: 21 Oct 2014 01:13 PM PDT

A partir de fevereiro de 2015, todos os aplicativos disponíveis na App Store terão que ter compatibilidade com instruções de 64 bits. É o que afirma um comunicado que a Apple começou a enviar nesta semana aos desenvolvedores que criam software para o iOS.

Esta exigência surge pouco mais de um ano depois de a Apple ter apresentado o A7, o primeiro processador 64-bit a equipar os dispositivos móveis da companhia.

O principal objetivo da nova condição é oferecer a melhor experiência possível de uso da plataforma. Com instruções de 64 bits, o aplicativo poderá aproveitar de maneira mais significativa o potencial de hardware das linhas iPhone e iPad.

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A preocupação da Apple faz sentido se levarmos em conta que, dos modelos atualmente listados nos sites da Apple, apenas o iPhone 5c e o iPad mini de primeira geração são baseados em um chip de 32 bits.

Pelo menos por algum tempo, os aplicativos já disponíveis na App Store que não atenderem aos novos requisitos não serão removidos da loja. No entanto, estes não poderão receber atualizações depois de fevereiro se não vierem com suporte a 64 bits. As instruções de 32 bits deverão ser mantidas no mesmo binário, como é de se esperar.

A partir do referido prazo, os aplicativos também deverão ser criados ou atualizados com base no iOS SDK 8. Mas isso não chega a ser novidade para os desenvolvedores: quando a sétima versão de sua plataforma móvel foi lançada, a Apple fez a mesma exigência em relação ao iOS SDK 7.

Com informações: 9to5Mac

Apple quer que todos os apps para iOS tenham suporte a 64 bits a partir de fevereiro








Dell Inspiron 15 Série 5000: tela impecável com processamento de sobra

Posted: 21 Oct 2014 12:17 PM PDT

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A Dell renovou há algumas semanas sua linha de notebooks Inspiron. Com foco em entretenimento, a Série 5000 é composta por máquinas com telas de 14 e 15,6 polegadas que possuem carcaça com acabamento em alumínio e configurações de hardware para satisfazer até os usuários mais exigentes.

Passei os últimos dias com o modelo mais completo da linha, que custa R$ 3.399 e traz um processador dual-core Core i7–4510U de 2,0 GHz, 16 GB de memória DDR3 de 1.600 MHz, placa de vídeo AMD Radeon R7 M265 com 2 GB de memória, disco rígido híbrido de 1 TB com 8 GB de memória flash e touchscreen de 15,6 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels. Minhas impressões estão logo abaixo.

Design

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O design é certamente um dos pontos fortes do Inspiron 15 Série 5000. A tampa possui um acabamento em alumínio escovado que, além de valorizar o produto, é de muito bom gosto. A base em volta do teclado e do touchpad, na cor preta, passa uma forte impressão de robustez. O capricho nos detalhes é notável, e chega a impressionar para uma máquina que custa a partir de R$ 1.899 no modelo de 14 polegadas.

Fino, mas não muito leve

No entanto, fica a sensação de que a Dell poderia ter cortado algumas gordurinhas. A versão que testei possui touchscreen de 15,6 polegadas, bateria de três células e pesa 2,6 kg. Não é o tipo de notebook que eu recomendaria a alguém que precisa carregar o equipamento para cima e para baixo diariamente. Mesmo a versão mais básica de 14 polegadas, que possui um peso mais aceitável, não é tão leve: são 2,02 kg.

Você ainda usa seu drive óptico com frequência?

Se o peso pode incomodar, pelo menos a espessura de 22 mm deve agradar a maioria das pessoas. A falta de um drive óptico certamente é uma das grandes responsáveis pelo fato do Inspiron 15 Série 5000 ser bem fino e, sinceramente, é um componente que poderia ter sido abolido até antes nos notebooks — afinal, não usamos mais mídia óptica nem para instalar o sistema operacional.

As conexões não fogem do padrão. Do lado esquerdo, a Dell colocou uma trava Kensington, o conector do cabo de energia, uma porta USB 2.0 e um leitor de cartões. Na outra ponta, há a porta Ethernet, duas portas USB 3.0, uma saída de vídeo HDMI e a saída de áudio de 3,5 mm. É estranha a insistência no velho USB 2.0, mas este é um detalhe presente na maioria dos notebooks com Windows nessa faixa de preço.

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Tela

No modelo que testei, o Inspiron 15 Série 5000 é equipado com uma tela sensível ao toque de 15,6 polegadas com painel IPS de 1920×1080 pixels. Trata-se de um display de altíssima qualidade, com cores que saltam aos olhos e uma definição impecável. Não é possível distinguir os pixels a distâncias normais de uso, e o ângulo de visão bastante amplo permite visualizar o conteúdo da tela mesmo em posições improváveis.

Uma das melhores telas de notebooks (se você pagar por isso)

O alto contraste da tela, que possui um preto profundo e um branco forte, deve tornar o Inspiron 15 Série 5000 uma ótima máquina para filmes e games, cumprindo o propósito da Dell de vender um notebook voltado para entretenimento. A resposta ao toque é bastante precisa, mas, de qualquer forma, trata-se apenas de um método de interação adicional — o teclado e o trackpad ainda deverão ser os protagonistas durante o uso.

Infelizmente, nos modelos mais baratos, sem tela sensível ao toque, a Dell ainda coloca um display com resolução de 1366×768 pixels e painel LCD convencional com backlight de LED. A tela é um dos componentes que mais considero na hora de comprar um notebook, portanto, sou do time que gastaria algumas centenas de reais a mais para ter um visor melhor.

Teclado, touchpad e som

O teclado do Inspiron 15 Série 5000 possui teclas confortáveis e silenciosas. Assim como a maioria dos notebooks de 15 polegadas, há um teclado numérico ao lado, que facilita determinadas tarefas. E ele é iluminado, uma característica muito bem-vinda que já deveria ter se tornado padrão de mercado. É verdade que, depois de tanto digitar, é fácil teclar sem olhar para o teclado — o problema são as teclas específicas, como as de função e a dupla PgUp e PgDn, que variam de lugar dependendo do fabricante.

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Outro detalhe que me surpreendeu positivamente foi o som. A Dell diz que o notebook possui uma tecnologia chamada Waves MaxxAudio, que "oferece agudos mais agudos e graves mais graves, além de uma excelente performance de audio". Seja como for, funciona bem. O som é alto e claro, não distorcendo mesmo no volume máximo. É improvável que você queira usar alto-falantes externos.

Já o touchpad é satisfatório. Particularmente, ainda acho os touchpads dos MacBooks superiores, mas o da Dell irá agradar a maioria dos usuários: ele é preciso, o software responsável por detectar gestos funciona razoavelmente bem e a textura, levemente áspera, é agradável ao toque.

Desempenho e bateria

Seguindo a tendência, a Dell colocou um processador Core i7 “de entrada” com baixo consumo de energia para fazer um notebook mais fino, que não exige um sistema de refrigeração tão poderoso. O Core i7–4510U é um chip com dois núcleos de 2,0 GHz (com direito a Hyper-Threading) que podem chegar a 3,1 GHz no Turbo Boost e possui TDP de apenas 15 watts. A GPU integrada é uma simplória HD 4400.

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Embora seja um processador simples (por mais estranho que seja dizer isso para um Core i7), ele entrega um desempenho mais que satisfatório para o público que compraria um Inspiron 15 Série 5000. Em equivalência a um modelo de desktop, o Core i7–4510U possui desempenho comparável a um dual-core Core i3–3210 de 3,2 GHz. Vai demorar um pouco para renderizar um vídeo ou fazer cálculos pesados, mas é suficiente para edição de imagens ou jogos.

Falando em jogos, a Radeon R7 M265 é uma GPU que, embora seja de nível intermediário, dá conta do recado. No pesado Bioshock Infinite, com os gráficos no nível baixo, atingi médias de 20,1 fps (1920×1080 pixels) e 26,4 fps (1600×900 pixels). Em GRID 2, com os gráficos no médio e resolução máxima, a média foi de 28,9 fps. São taxas bem decentes para um notebook dessa faixa de preço, embora haja opções melhores para quem procura uma máquina voltada especificamente para games.

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Apesar de possuir processador competente e RAM abundante, senti falta de uma versão do Inspiron 15 Série 5000 com SSD (ou pelo menos com cache maior). O modelo que testei tem um HD da Seagate de 1 TB que trabalha a 5.400 RPM e possui apenas 8 GB de memória flash. O maior gargalo de qualquer computador vendido hoje é o disco rígido. Não adianta ter um processador super poderoso se o chip perderá tempo esperando o HD procurar o arquivo.

Desempenho bom, mas não conte com a bateria

Outra decepção, desta vez bem mais relevante, foi a bateria. Com Core i7–4510U, Radeon R7 M265 e tela Full HD, a bateria de três células (43 WHr) parece subdimensionada. Em uso leve, navegando na internet pelo Wi-Fi com o brilho da tela em 80%, consegui apenas 3h17min de uso antes da bateria zerar. Já em um dia típico de trabalho, com várias abas abertas no Chrome, Photoshop e Lightroom em plano de fundo e música tocando, a autonomia foi de míseras 1h58min — um MacBook Air de 13 polegadas normalmente atinge cerca de cinco horas de uso nessas condições.

Seu carregador é seu melhor amigo.

Conclusão

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Custando entre R$ 2.399 e R$ 3.399, o Dell Inspiron 15 Série 5000 é um bom notebook. A versão com tela Full HD possui uma imagem impecável, o som é de alta qualidade e a GPU faz um bom trabalho. Mas está claro que esta é uma máquina voltada para quem está querendo substituir um desktop, e não para quem procura mobilidade. Tanto pelo peso alto quanto pela bateria fraca, o notebook da Dell não é uma opção adequada para se carregar no dia a dia.

Ele também não é um notebook que irá satisfazer os gamers mais exigentes: por cerca de 3 mil reais, já é possível encontrar notebooks de marcas especializadas, como Avell e Powernote, com a GPU GeForce GTX 850M, que entrega desempenho gráfico bastante superior à Radeon R7 M265 — mas você perderá o mimo do touchscreen e do acabamento elegante da Dell.

Para uma boa parcela dos usuários, eu diria que o Dell Inspiron 15 Série 5000 é uma forte opção a se considerar. Com um processador competente, 16 GB de RAM e uma placa de vídeo significativamente melhor que a GPU integrada da Intel, este é um notebook que deverá durar vários anos na sua mesa.

Especificações técnicas (modelo testado)

  • Processador: dual-core Intel Core i7–4510U de 2,0 GHz;
  • RAM: 16 GB DDR3 de 1.600 MHz;
  • Armazenamento: 1 TB (5.400 RPM) com memória flash de 8 GB;
  • GPU: AMD Radeon R7 M265 com 2 GB de memória GDDR3;
  • Tela: IPS LCD de 15,6 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels e touchscreen de 10 pontos;
  • Bateria: três células (43 WHr);
  • Sistema operacional: Microsoft Windows 8.1 Pro;
  • Conexões: Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.0, uma HDMI 1.4, uma USB 2.0, duas USB 3.0, uma Ethernet 10/100, slot de segurança e leitor de cartões;
  • Dimensões (altura x largura x profundidade): 22x380x259 mm;
  • Peso: 2,6 kg.

Dell Inspiron 15 Série 5000: tela impecável com processamento de sobra








Agora você pode acessar sua conta no Google usando uma chave USB

Posted: 21 Oct 2014 11:24 AM PDT

Atualmente, a verificação em dois passos é uma das melhores formas de reforçar a segurança de nossas contas em serviços online. Como uma das empresas que mais promovem este tipo de acesso, o Google decidiu oferecer uma alternativa: o Security Key, um dispositivo USB que faz a autenticação em dois passos de maneira “física”.

Google Security KeyNo método tradicional, os usuários que ativam esta forma de autenticação devem acessar a sua conta informando senha (primeiro passo) e um código de segurança enviado por SMS ou por aplicativos como Google Authenticator e Authy (segundo passo).

Com o Security Key, o usuário fica dispensado de digitar o código fornecido via SMS ou app, mas deve conectar a chave USB ao computador quando solicitado. Na sequência, o dispositivo verificará se o site em que a pessoa está tentando autenticar é realmente do Google (e não um endereço fraudulento).

Se tudo estiver ok, a senha será pedida e o usuário orientado a apertar um botão na chave ou realizar uma ação equivalente. Somente então o acesso à conta estará liberado.

O Google ressalta que o Security Key é bastante confiável porque utiliza criptografia no lugar de códigos de verificação e só funciona com os serviços da própria companhia, protegendo o usuário também de phishing scam. É uma opção para quem acredita que a autenticação em dois passos via código não é suficiente ou, por alguma razão, representa uma inconveniência.

A chave é baseada no Universal 2nd Factor (U2F), um protocolo aberto de autenticação desenvolvido pela FIDO Alliance, uma organização que conta com o apoio de empresas como ARM, BlackBerry, Microsoft e, claro, Google.

Se você se interessou pela ideia, deverá adquirir uma chave compatível com U2F, consequentemente. Há várias delas, como esta aqui.

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Em caso de perda, o usuário poderá utilizar a autenticação em dois passos via código para entrar em sua conta e, se for o caso, desabilitar o acesso a partir da chave USB.

Mas, como nada é perfeito, o Security Key tem uma limitação importante: só funciona com o Chrome, embora o Google espere que os demais navegadores passem a suportar a tecnologia em suas próximas versões.

Com informações: GigaOM

Agora você pode acessar sua conta no Google usando uma chave USB








Microsoft lança sintonizador de TV digital para Xbox One na Europa

Posted: 21 Oct 2014 11:17 AM PDT

A Microsoft anunciou hoje um sintonizador de TV digital para o Xbox One que, além de sintonizar TV digital no próprio console, permitindo que você não o desligue para ver TV, tem outras funções legais e que justificam melhor sua existência.

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A primeira delas é a de poder pausar e voltar o programa, caso precise fazer outra coisa rapidinho ou não tenha prestado atenção num trecho. O Xbox One grava automaticamente os últimos 30 minutos para que você não perca nada. Esse arquivo, no entanto, não é acessível: vale só para essa função.

O segundo recurso talvez seja ainda mais legal. Se tiver o app do SmartGlass instalado no seu smartphone ou tablet, é só conectá-lo ao Xbox e sair por aí assistindo TV no seu gadget. Também funciona para dividir a TV com alguém: enquanto um joga, o outro continua assistindo algum programa em outra tela graças ao Digital TV Tuner.

Como estamos falando de Xbox One, você também pode assistir TV no canto da tela enquanto joga alguma coisa e, se tratando de TV digital, há uma grade de programação navegável que também responde a comandos de voz – você pode dizer “Xbox, what’s on BBC?” e o console mostrará o que passa nesse canal.

O exemplo do canal BBC não é à toa: por enquanto, o Digital TV Tuner só será vendido na Europa, por 30 euros. Não há planos divulgados de levá-lo para os EUA ou outras regiões ainda.

O vídeo a seguir mostra Graeme Boyd, gerente de marketing social do Xbox, fazendo uma espécie de hands-on do gadget e explicando para tudo que ele serve:

Com informações: The Verge

Microsoft lança sintonizador de TV digital para Xbox One na Europa








Facebook não tem botão Dislike para evitar cyber bullying

Posted: 21 Oct 2014 08:26 AM PDT

O botão de Dislike no Facebook pode estar entre as exigências mais antigas dos usuários da rede social, mas nunca foi acatada por Mark Zuckerberg ou pelos engenheiros dela. Se você se pergunta o motivo de tanta resistência, o próprio criador do botão Like e ex-diretor de tecnologia do Facebook, Bret Taylor, explicou ao TechRadar.

Taylor, que hoje é CEO do app Quip, afirma que o nascimento do Like veio junto com as discussões internas se deveria ou não existir um botão contrário a ele. E a decisão foi negativa pela carga que ele traria para a rede social, implicando consequências ruins nas vidas das pessoas – como sabemos, as redes sociais podem ter bastante impacto no ego de seus usuários.

O motivo para o botão de Curtir existir é que ele pode funcionar como uma espécie de “lido”, sem que fosse necessário comentar algo. “Muitos dos comentários eram de uma palavra só, como ‘legal’ ou ‘uau’, então o botão Like deixa as pessoas fazerem isso com somente um clique”, explica Taylor.

Já o Dislike poderia até ter consequências que se encaixam no cyber bullying. Por isso, em vez de simplesmente sair não curtindo as coisas declaradamente, o mais indicado – e saudável – é que você crie uma discussão em torno do assunto. “Se você quiser dar um Dislike em algo, deve escrever um comentário, porque provavelmente tem algo para dizer sobre isso”, desenvolve o ex-executivo do Facebook.

Se você quer muito demonstrar seu descontentamento no Facebook, há extensões que cumprem esse objetivo (aqui para Chrome e aqui para Firefox). Mas elas só podem ser visualizadas por quem as tem instaladas.

Facebook não tem botão Dislike para evitar cyber bullying








HERE Maps beta agora está disponível para aparelhos Android de todas as marcas

Posted: 21 Oct 2014 08:10 AM PDT

A primeira versão beta do HERE Maps para Android foi disponibilizada no último dia 8 para aparelhos da Samsung. Mas a exclusividade durou pouco: nesta terça-feira (21), a Nokia liberou o aplicativo para todos os dispositivos que rodam a versão 4.1 (Jelly Bean) ou superior da plataforma.

Ou quase todos: como estamos falando de uma versão beta, o HERE Maps para Android pode não funcionar em todos os modelos. De qualquer forma, a Nokia afirma que está trabalhando para compatibilizar o aplicativo com o máximo possível de aparelhos.

Nos últimos meses, o HERE Maps vinha sendo oferecido como um diferencial da linha Lumia. Mas, com a transformação da área de dispositivos móveis da Nokia em Microsoft Mobile Devices – confirmada hoje -, a divisão responsável pelo HERE Maps (não incluída nas negociações com a turma de Redmond) decidiu apostar em outras plataformas.

HERE Maps para Android

É isso que explica, pelo menos em parte, a chegada do app ao Android. É provável ainda que, até o final do ano, a ferramenta seja relançada para a plataforma móvel da Apple – o HERE Maps já esteve disponível para iOS, mas foi retirado da App Store no final de 2013 por problemas de compatibilidade com a versão 7.0 da plataforma.

Provavelmente, o HERE Maps não conseguirá abalar a hegemonia do Google Maps no Android, mas é um software que, pelo menos no Windows Phone, arranca elogios facilmente.

Entre seus atrativos estão download de mapas de regiões inteiras para uso offline, informações em tempo real sobre transporte público ou trânsito em mais de 40 países (incluindo algumas cidades brasileiras) e navegação curva a curva orientada por voz. Tudo de graça.

Para testar, basta acessar a página do HERE Maps beta para Android e baixar o arquivo de instalação (formato APK). Talvez você tenha que habilitar a opção “Fontes desconhecidas” (ou equivalente) nas configurações de segurança do Android para conseguir instalar o app. Ainda não é possível baixá-lo via Google Play.

Para uma experiência mais agradável, a Nokia recomenda a instalação do HERE Maps somente em aparelhos com 1 GB ou mais de RAM e tela de pelo menos 4 polegadas.

Com informações: The Next Web

HERE Maps beta agora está disponível para aparelhos Android de todas as marcas








Adeus, Nokia: novos smartphones usarão marca “Microsoft Lumia”

Posted: 21 Oct 2014 05:24 AM PDT

Adeus, Nokia — e obrigado pelos peixes! Um ano após o anúncio da aquisição da fabricante finlandesa de celulares, a Microsoft confirmou oficialmente nesta terça-feira (21) que deixará de usar a marca Nokia Lumia nos smartphones para adotar a nova combinação Microsoft Lumia. A escolha, que parece óbvia, até agora não havia sido confirmada pela empresa.

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A informação foi publicada inicialmente pelo The Verge, que acrescenta ainda que a França é o primeiro país a fazer a transição para a nova marca. A nomenclatura será usada inicialmente nas contas do Facebook, Twitter e outras redes sociais da empresa. A Microsoft confirma ao Tecnoblog que o Brasil passará pela mesma mudança. Eis o posicionamento oficial da empresa:

“Como parte do processo de transição, a Microsoft está renomeando aos poucos seus canais nas redes sociais. O perfil Nokia Brasil no Facebook se tornará Microsoft Lumia Brasil em breve. O nosso comprometimento com os seguidores, usuários e fãs da Nokia permanece o mesmo.”

O anúncio significa que os futuros smartphones da Microsoft poderão ter nomes como "Microsoft Lumia 940", mas ainda não sabemos o que a empresa fará no design — provavelmente veremos carcaças com a marca "Microsoft", “Lumia” ou "Microsoft Lumia" no lugar onde antes havia "Nokia". Imagens vazadas do Lumia 830 mostravam a marca "Nokia by Microsoft", mas o produto que chegou às lojas não usou o nome.

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A parte da Nokia que não foi comprada pela Microsoft continuará operando normalmente, incluindo a divisão de mapas, que está trazendo o ótimo aplicativo HERE Maps para o Android e iOS, antes exclusivo do Windows Phone. O fato é que, aos poucos, a marca que esteve no primeiro celular de muita gente irá sumir das prateleiras das lojas.

Atualizado às 17h29 com a resposta oficial da Microsoft Devices.

Adeus, Nokia: novos smartphones usarão marca "Microsoft Lumia"








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