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Novas contas no Gmail não forçam mais a criação de perfis no Google+ (mais 5 notícias)

Novas contas no Gmail não forçam mais a criação de perfis no Google+ (mais 5 notícias)

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Novas contas no Gmail não forçam mais a criação de perfis no Google+

Posted: 22 Sep 2014 03:57 PM PDT

Seria precipitação afirmar que o Google está se desfazendo do Google+, mas é notável que a empresa já não dá à rede social a mesma prioridade de outrora. No movimento mais recente, a empresa deixou de condicionar o acesso a alguns de serviços, com destaque para o Gmail, à criação de um perfil no Google+.

Desde o início de 2012, a inscrição em uma nova conta no Google levava, invariavelmente, à formação de um cadastro no Google+. O usuário podia não utilizá-la, mas a conta estava lá, exibindo pelo menos o seu nome.

Recentemente, no entanto, alguns usuários notaram que a associação de contas novas ao Google+ deixou de ser obrigatória. O cadastro ainda permite a criação de um perfil na rede social, mas quem não quiser tê-lo pode simplesmente clicar em “No, thanks” ou equivalente em outro idioma.

"Não, obrigado" ou "Criar seu perfil"

“Não, obrigado” ou “Criar seu perfil”

O Google implementou a mudança com o máximo de discrição. A empresa sequer liberou uma nota à imprensa, mas ao menos confirmou a alteração ao blog WordStream e a outros veículos: “atualizamos a experiência de cadastro no início de setembro”, disse um porta-voz da companhia.

A desobrigação de um perfil no Google+ também vale para outros serviços, como já informado, mas alguns permanecem dependendo de uma conta na rede social para dar acesso a determinadas funcionalidades. O sistema de comentários do YouTube é um exemplo.

Mesmo assim, a sensação de perda de relevância é eminente. O primeiro sinal de que as prioridades foram repensadas surgiu em abril, quando o Google anunciou a saída de Vic Gundotra, criador do Google+. A recente alteração no cadastro só reforça esta hipótese.

E tem mais: se os rumores estiverem certos, a próxima e mais impactante mudança pode ser a transformação do álbum de fotos do Google+ em um novo serviço.

Mas perda de importância não significa importância nenhuma. O Google+ pode não ter tantos adeptos quanto o Facebook, por exemplo, mas possui uma base de usuários grande o suficiente para ser mantido.

No final das contas, o Google pode simplesmente ter percebido que adotar medidas para "forçar" a adesão de usuários não é uma estratégia das mais inteligentes.

Com informações: CNET

Novas contas no Gmail não forçam mais a criação de perfis no Google+








Microsoft oferece 30 GB gratuitos no OneDrive para usuários de iOS, Android e Windows Phone

Posted: 22 Sep 2014 12:13 PM PDT

A Microsoft aproveitou o recente anúncio da linha iPhone 6 para promover o OneDrive no iOS: usuários da plataforma que se inscreverem (ou já tiverem cadastro) no serviço e ativarem a opção de upload automático no app contarão com espaço adicional gratuito de 15 GB em suas contas.

O anúncio foi feito na noite da última sexta-feira (19), horas depois do lançamento do iPhone 6 no mercado norte-americano. Para explicar uma decisão tão repentina, a Microsoft recorreu a um argumento provocativo:

“Escutamos comentários sobre o armazenamento dos novos iPhones lançados hoje [sexta-feira], por isso, queremos dar mais espaço para você guardar seus dados”.

A Microsoft se refere ao fato de nem mesmo os novos iPhones suportarem cartões de memória, aspecto que não deve ser problema para quem optar pelas versões de 64 GB e 128 GB da linha, mas pode causar aborrecimentos aos donos de modelos com 16 GB de capacidade.

OneDrive para iOS

OneDrive para iOS

Assim que aderir à oferta, o usuário passará a contar com um total de 30 GB gratuitos em sua conta (15 GB “normais” + 15 GB promocionais), mas há uma observação importante aqui: ao habilitar o upload automático, fotos e vídeos novos serão enviados assim que possível ao OneDrive, ocupando espaço na conta, obviamente.

Apesar do foco em usuários do iOS, a Microsoft explicou em seu comunicado que a oferta também é válida para usuários do Android e do Windows Phone. A condição para estes casos é a mesma: ativar o recurso de backup automático no app do OneDrive. Para quem já é usuário do serviço e utiliza a referida opção, os 15 GB adicionais serão incluídos automaticamente.

Se você quiser aproveitar o benefício, é bom não perder tempo: segundo a Microsoft, o espaço adicional será liberado apenas para quem executar o procedimento até o final de setembro.

Atualizado às 16:46

Microsoft oferece 30 GB gratuitos no OneDrive para usuários de iOS, Android e Windows Phone








Como os novos iPhones se saem nos primeiros testes de desempenho

Posted: 22 Sep 2014 10:38 AM PDT

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Os novos iPhones foram lançados na última sexta-feira (19), venderam 10 milhões de unidades e os primeiros resultados de benchmarks começaram a surgir para nos darem uma ideia do que o novo chip A8 é capaz de fazer. Se depender dos testes do AnandTech e Tom's Hardware, a Apple tem o que comemorar: o processador e a GPU do iPhone 6 e iPhone 6 Plus ganharam um bom upgrade em relação ao A7, do iPhone 5s.

Nos testes do SunSpider, Google Octane e WebXPRT, que levam em consideração principalmente o poder do processador e a otimização do navegador, os dois iPhones ocuparam as primeiras posições entre os smartphones. No Mozilla Kraken, eles foram ultrapassados pelo Nvidia Shield Tablet, que é equipado com o poderoso chip Tegra K1.

SunSpider e Mozilla Kraken (quanto menor, melhor)

SunSpider e Mozilla Kraken (quanto menor, melhor)

Repetindo o que aconteceu com o iPhone 5s, os aparelhos se saíram muito bem em relação aos concorrentes, especialmente levando em conta os "números pequenos" nas especificações de hardware. Mesmo com um processador dual-core de 1,4 GHz, iPhone 6 e iPhone 6 Plus conseguiram resultados significativamente superiores aos do novo Moto X e LG G3, que acompanham um processador quad-core de 2,5 GHz, o Snapdragon 801. É o típico caso em que os números enganam, como você bem sabe.

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O Tom's Hardware fez comparações especificamente com o Galaxy S5. No Geekbench 3, que consegue medir melhor a performance "pura" dos processadores, sem ser muito influenciado pelo navegador, o iPhone 6 ficou em primeiro, com 2931 pontos, seguido por Galaxy S5 (2927 pontos), iPhone 6 Plus (2903 pontos) e iPhone 5s (2542 pontos).

Mas os iPhones ficaram atrás de alguns Androids no 3DMark. Eles perderam apenas da GPU de 192 núcleos do Nvidia Shield Tablet no teste de gráficos, mas conseguiram uma pontuação bem baixa no teste de física, que mede a capacidade da CPU de fazer cálculos complexos — o iPhone 5s também tinha o mesmo problema. Com isso, iPhone 6 e iPhone 6 Plus ficaram apenas no meio da tabela no resultado geral, próximo a aparelhos como Galaxy Note 3 e Nexus 5.

No GFXBench, fica claro como a resolução da tela dos iPhones faz diferença para a GPU. O buraco mais significativo ficou no teste GFXBench 3.0 Manhattan: o iPhone 6, com resolução de 1334×750 pixels, atingiu 26,1 frames por segundo, enquanto o iPhone 6 Plus atingiu apenas 14,8 fps — este último renderiza gráficos a 2208×1242 pixels e possui uma tela de 1920×1080 pixels. Apesar disso, ambos tiveram resultados superiores à maioria dos Androids, que conseguiram algo entre 9 e 12 fps.

O mesmo processador gráfico, mas quase três vezes o número de pixels

O mesmo processador gráfico, mas quase três vezes o número de pixels

Confira todos os resultados no AnandTech e Tom's Hardware. Se ainda não viu, aproveite também para ler nossas primeiras impressões dos novos iPhones.

Como os novos iPhones se saem nos primeiros testes de desempenho








Google Play Music começa a funcionar no Brasil, mas restrito a alguns aparelhos da Samsung

Posted: 22 Sep 2014 09:53 AM PDT

O mercado de streaming de áudio no Brasil acaba de ganhar mais um forte competidor: o Google Play Música – lá fora conhecido como Google Play Music – começou a funcionar nesta segunda-feira (22) no país. Mas, nesta fase inicial, apenas usuários de alguns aparelhos da Samsung poderão acessar o serviço.

Há uma explicação para esta decisão. A Samsung não pretende lançar seu serviço de streaming Milk Music na América Latina, logo, optou por fechar um acordo com o Google para que este ofereça o Play Música na região para usuários dos modelos Galaxy S4 e S5 (incluindo as versões Duos e Mini deste último), dos tablets Galaxy Tab S e do futuro Galaxy Note 4.

Donos destes aparelhos poderão acessar o Google Play Música gratuitamente por seis meses, desde que a conta seja ativada até 31 de janeiro de 2015. Usuários de outros smartphones da Samsung e da linha de fones e caixas de som Level poderão fazer o mesmo a partir de 1º de novembro. Para estes, o período de gratuidade será de três meses.

Google Play Music

Convém destacar que os usuários que ativarem o Google Play Música em um aparelho da Samsung poderão acessar o serviço a partir de outros smartphones. Conforme explica o jornalista Henrique Martin, do ZTOP, cada conta devidamente habilitada pode funcionar na web e em até dez dispositivos Android diferentes, não importa o fabricante.

De acordo com Ady Hardy, executivo que cuida das parcerias do Google Play na América Latina, usuários de dispositivos Android de outras marcas terão acesso ao Play Música até o final do ano. Os preços para o mercado brasileiro ainda não foram definidos. Nos Estados Unidos, a assinatura custa US$ 9,99 por mês. Podemos esperar algo que não ultrapasse a casa dos R$ 20, portanto.

Brigar com serviços como Rdio, Deezer e Spotify não será tarefa fácil, mas potencial o Play Música tem: além de ostentar o nome “Google”, o serviço conta com um acervo de mais de 25 milhões de músicas (incluindo artistas brasileiros), faz reprodução offline, permite ao usuário complementar a sua biblioteca online com arquivos MP3 (independente da origem deles) e vende faixas no melhor estilo iTunes.

Google Play Music começa a funcionar no Brasil, mas restrito a alguns aparelhos da Samsung








Hands on: muito leves e com telas maiores, os novos iPhones são lindos

Posted: 22 Sep 2014 08:53 AM PDT

Se tem uma coisa que não podemos negar se tratando de Apple é que a empresa sabe muito bem construir o marketing em volta de seus aparelhos. A mínima prova disso são as enormes filas que se formam em frente às Apple Stores muitas horas – e até dias – antes dos lançamentos. Mas uma prova talvez ainda maior seja o tanto de gente que passa pela loja só para ver os aparelhos, colocar a mão, comparar com o tamanho do seu e tirar foto e mandar por WhatsApp para os amigos.

Tudo isso foi o que vi na Apple Store da Stockton Street, em San Francisco, no fim de tarde da última sexta-feira. Foi o dia de lançamento dos aparelhos e, enquanto a fila da pré-venda virava a esquina lá fora, dentro era um educado amontoado de gente de tudo quanto é país querendo ver as novidades: o iPhone 6 e, principalmente, o iPhone 6 Plus.

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"A tela é bonita, mas já está riscada", disse, lamentando, um rapaz que estava à minha frente enquanto eu tentava garantir meu lugar para ver o aparelho em mãos. "Esse é o problema de deixar aqui exposto, ele foi lançado hoje e já ficou assim". Até dava para ver um risco ou outro, mas era coisa pequena – especialmente perto das marcas de dedos em todos eles – e de maneira alguma diminui o mérito dos aparelhos em serem absolutamente lindos.

O iPhone 6, com tela de 4,7 polegadas, é o segundo maior smartphone da Apple (atrás, claro, do 6 Plus). Para quem está acostumado com a tela menor, já causa algum espanto; um rapaz que estava ao meu lado afirmou que o acha grande demais e prefere a tela de 3,5 polegadas de seu iPhone 4s.

iPhone 6 Plus, iPhone 6 e iPhone 5s

iPhone 6 Plus, iPhone 6 e iPhone 5s

Todas as cores puderam ser vistas na Apple Store, mas, como todas as bancadas estavam lotadas, fotografei somente o preto/cinza/space gray.

Pesando 129g, o iPhone 6 é um smartphone extremamente leve. Visivelmente mais fino e com as bordas e o canto do vidro arredondados, é extremamente confortável segurá-lo e mexer nele.

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O design lembra o inaugurado com o 5s, com bordas na parte superior e inferior "destacadas" do resto da traseira, mas de maneira mais discreta: a cor é a mesma em toda a superfície, com uma leve diferença somente nas linhas que marcam essas bordas.

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Ainda falando do design, o iPhone 6 e o 6 Plus são idênticos, salvo o tamanho: o Plus é o maior smartphone da empresa, com tela de 5,5 polegadas.

Ele era a estrela da Apple Store, sem dúvidas; os visitantes pegavam o iPhone 6, mas ficavam de olho no 6 Plus para tomá-lo assim que as pessoas ao lado o devolvessem à bancada. Pudera: usuários fiéis ao iOS nunca viram seu sistema operacional em uma tela tão grande.

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Grande e bela, diga-se de passagem: a resolução de 1920×1080 pixels e 401 ppi cria imagens belíssimas, com cores vibrantes contornos perfeitos. O elogio pode ser estendido à tela do iPhone 6, que conta com resolução de 1334×750 pixels pixels e 326 ppi.

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Ainda relacionando-o ao irmão menor, o Plus 6, apesar do tamanho que arrancava risos surpresos dos visitantes, também é extremamente leve, com 172 g; a sensação é de ser oco, vazio por dentro. Os novos iPhones têm o novo processador A8 da Apple, que aumenta, segundo a empresa, em 25% o poder de processamento e em 50% os gráficos. Eles também são os primeiros a terem modelos de até 128 GB de armazenamento interno.

Eu, usuária de Android, estou acostumada com telas grandes nos aparelhos – até maiores que a do iPhone 6 Plus. Então, não foi uma experiência muito diferente para mim digitar na nova tela. Mas pedi a opinião de pessoas que estavam fotografando as novidades com seus próprios iPhones e todas acharam "grande demais", até difícil de mexer. Um jovem, ao falar que é ruim de digitar, fez a ressalva: "nós temos a mão grande, então fica fácil, mas imagine quem não tem".

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Bem, quem tiver mãos menores talvez precise utilizar as duas para digitar. Há momentos durante o uso em que é mais fácil fazer isso, até se você as tiver grandes, especialmente quando for mexer em aplicativos. Pelo menos, o uso do iPhone 6 Plus é beneficiado pela interface que pode ser adaptada ao seu tamanho: dá para configurar para que, ao ser utilizado na horizontal, a interface de alguns apps, como Email e Notas, fique semelhante à do iPad. E, para alcançar os mais distantes da tela inicial, a Apple implementou um truque: apertando duas vezes o botão Home, eles deslizam para baixo.

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O iPhone 6 e o iPhone 6 Plus ainda não têm data para chegar ao Brasil. Mas, se estiver de viagem marcada para os EUA, anote os preços: desbloqueados, eles saem pelos preços de 649 dólares e 749 dólares nas versões de 16 GB; as de 128 GB chegam a 849 e 949 dólares.

Hands on: muito leves e com telas maiores, os novos iPhones são lindos








Zenfone 5: uma olhada no primeiro smartphone da Asus para o Brasil

Posted: 22 Sep 2014 08:05 AM PDT

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A Asus é mais conhecida por vender placas-mãe, mas também está presente em outros mercados, incluindo o de smartphones. A taiwanesa está prestes a trazer seus primeiros aparelhos ao Brasil, começando pelo Zenfone 5, um intermediário de tela grande que roda Android e será lançado no país em outubro por menos de mil reais. O que ele tem de bom?

O Zenfone 5 logo chama a atenção pelo design, que gera um misto de sensações positivas e negativas. Positivas porque, realmente, ele é um aparelho muito bonito: a parte inferior frontal, que reflete a luz de maneira diferenciada, é sensacional. Negativas porque é quase um crime deixar uma moldura tão grande em volta da tela, contribuindo para aumentar ainda mais o tamanho de um aparelho que já não é compacto.

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Mesmo assim, o Zenfone 5 é confortável de segurar, principalmente por causa da traseira, que possui uma curvatura agradável para as mãos. Isso também colabora para tornar a espessura mais fina — nas bordas, o corpo chega a apenas 5,5 mm. É uma abordagem parecida com a do Moto G, que também possui uma pegada muito boa.

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A tela IPS LCD de 5 polegadas tem resolução de 1280×720 pixels e uma ótima definição, com contraste satisfatório, brilho alto e saturação na medida — de qualquer forma, para quem prefere cores mais vivas e tons mais quentes ou frios, é possível ajustar estes e outros detalhes por meio de um aplicativo pré-instalado, o Splendid. O visor é coberto com Gorilla Glass 3 e pode ser usado inclusive se você estiver com luvas.

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O Android 4.3 Jelly Bean (a atualização para o KitKat está a caminho) roda a interface personalizada da Asus, chamada de ZenUI. Eu ainda prefiro a experiência pura do Android, mas não dá para negar que a Asus conseguiu desenvolver uma interface bem agradável, que adota tons claros, um visual mais plano, sem skeumorfismos, e aplicativos com interfaces caprichadas.

Quanto ao hardware, estamos falando de um conjunto respeitável que consegue manter um bom desempenho, ao menos nos minutos em que tive contato com o Zenfone 5. O processador é um Intel Atom Z2560 com dois núcleos x86 de 1,6 GHz — na prática, o poder de CPU é semelhante ao do Snapdragon 400 que equipa boa parte dos aparelhos dessa faixa de preço. O destaque fica por conta dos 2 GB de RAM (aí sim!).

Para provar que o Zenfone 5 é um aparelho para as massas, o modelo que será vendido no Brasil é o A501CG, que possui entrada para dois chips. A Asus diz que o aparelho possui duas antenas 3G, o que melhora a eficiência do sinal.

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Completam o hardware o armazenamento interno de 8 GB (com direito a entrada para microSD de até 64 GB) e a bateria de 2.050 mAh. A câmera traseira traz alguns mimos no software, como a possibilidade de configurar o ISO, brincar com profundidade de campo e usar o HDR — e, com lente de abertura f/2,0 e sensor retroiluminado de 8 MP fabricado pela Sony, gera uma boa expectativa quanto à qualidade das fotos.

Quando chega

A Asus confirma que o Zenfone 5 será lançado no Brasil no dia 15 de outubro e terá fabricação nacional, o que deve contribuir para diminuir o preço. A empresa fará um evento de lançamento no país para apresentar também o Zenfone 6, um smartphone gigante com tela de 6 polegadas. Os preços dos aparelhos ainda não foram divulgados.

Saberemos mais sobre o desempenho no dia a dia, a qualidade da câmera e a duração da bateria do Zenfone 5 no review completo, que será publicado nas próximas semanas. O que você quer saber sobre ele?

Zenfone 5: uma olhada no primeiro smartphone da Asus para o Brasil








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